quinta-feira, 26 de abril de 2012

Sistema de Cotas Nas Universidades Brasileiras





 Vice-procuradora da República defende cotas em universidades

A UnB foi a primeira universidade federal a instituir o sistema de cotas, em junho de 2004. 

 
Estudante Giovane Pasqualito Fialho, reprovado no vestibular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) para o curso de administração, embora tivesse alcançado pontuação superior à de outros candidatos. Os concorrentes que tiveram nota menor foram admitidos pelo sistema de reserva de vagas para alunos egressos das escolas públicas e negros.


Alunos o que debatemos  em sala de aula sobre o sistema de  cotas, 
 nas universsidades brasileiras coloquem suas opiniões se vocês são 
contra  ou a favor.

e justifique sua resposta.

Não esqueça de deixar seu nome e série



Profesor: João Olivio dos Santos Cavalheiro



terça-feira, 24 de abril de 2012

Andamento das Aulas de Filosofia

ANDAMENTO DAS AULAS DE  FILOSOFIA

Foram traçadas algumas metas para o primeiro semestre nas aulas de filosofia 2012 (prof: João Olivio)
sendo:

* JORNAL ESCOLAR
*CRIAÇÃO DO GRÊMIO ESTUDANTIL
* CRIAÇÃO DO BLOG DE FILOSOFIA

todos os 3 projetos para o semestre ja estão em desenvolvimento... e continuarão durante todo o ano letivo.

Jornal Da Escola

os alunos do Terceirão E.M estão desenvolvendo o lançamento do jornal da escola, as atividades estão sendo realizadas durante e fora o horario de aula, fazendo com que os discentes procurem e se informem sobre reportagens, e assuntos do cotidiano, propiciando um melhor conhecimento das noticias da atualidade tando escolar como mundial, servindo como aprendizado para o vestibular e sua vida social.

a 1a edição do jornal está prevista para ser lançada esta semana todas as matérias ja estão formadas, e o jornal esta sendo editado, algumas reportagens que não vão ser impressas estaremos postando também no blog.

Obs: Estamos pedindo a colaboração de todos com uma doação espontânea  em dinheiro ($) para comprar-mos folhas e toners para a questão de impressão do jornal, quem puder colaborar pode fazer sua doação na escola.

Grêmio Estudantil

Os alunos do Ensino Médio na proxima semana estarão apresentando para todos os discentes, professores e funcionários o que é o grêmio estudantil, apresentando suas chapas e convidando os alunos com  interesse em participardo grêmio.
         Os alunos do 2a Ano I vão concorrer com uma chapa pura.
         Outros alunos ja deixaram seus nomes mais ainda não tem uma formação completa de uma segunda chapa.

O importante é que todos os alunos se dedicaram em estar contribuindo para a formação do grêmio estudantil, deixando suas opiniões, e contribuindo para a construção de projetos educacionais e sociais que a chapa campeã do grêmio estudantil  poderá estar realizando no ambiente escolar que  será apresentado para todos os menbros da escola na próxima semana.



sexta-feira, 23 de março de 2012

SER PROFESSOR....


SER PROFESSOR....

                                                                                                          Márcio Alexandre da Silva

Gilles Deleuze nasceu em Paris em 1925. Alguns o consideram o mais importante filósofo do século XX.

Ele lecionou para universitários, mas a maior parte de sua vida acadêmica foi marcada pelas aulas dadas no ensino médio. Ele dizia que preparava as aulas da faculdade com o mesmo afinco e dedicação com que preparava as aulas para os alunos do ensino médio.

No texto Abecedário de Gilles Deleuze encontramos a afirmação de que o bom professor/pensador é aquele que elabora, cria novos conceitos filosóficos ou não. O próprio Deleuze cria um conceito novo que o intitula de “inspiração” na educação.
Segundo o francês, o bom professor para dar uma boa aula, deve estar demasiadamente inspirado e entusiasmado para tão grandioso oficio.

E quando o professor esta inspirado e o aluno nem tanto? O que fazer? Essa situação é comum nas salas de aulas brasileiras não podemos desprezá-las. No entanto se nós não estivermos extremamente preparados o interesse tornará ainda menor. Na educação às vezes nos falta otimismo. Se hoje fiz uma atividade bem preparada que envolveu cinco alunos de uma classe de quarenta, é pouco? Mas, amanhã se eu vier preparado posso conquistar mais um. Noutro dia dois, depois três ou até mais. E com o passar do tempo incluiremos o máximo de aluno possível nas nossas atividades.

E como alcançar esse ponto máximo que ele intitula inspiração? Como algo quase extra-humano – mas possível.

Obviamente que para Deleuze inspirar não é necessariamente sentar e esperar a inspiração como os poetas ou os compositores. Essa iluminação poética pode ajudar. No entanto, somada a longas e boas horas de preparação. A inspiração nada mais é do que o fruto da preparação. É sentar preparar, ler, reler, refletir, meditar, levantar hipótese, apresentar soluções. Enfim estar preparado para dialogar com seus alunos. Aqui entra outra problemática considerável. Como conseguir dialogar em uma sala com uma predominância de adolescente que falam de tudo, menos dos assuntos referentes às disciplinas? Deleuze via a preparação da aula como um ensaio – um laboratório. E para que a peça (aula), não houvesse contratempo, teria que haver muito ensaio, ou seja, profunda e fecunda preparação.

Tudo esta preparado para a grande peça, a apresentação final, ou seja, a aula. Normalmente quando a peça não é boa ouve-se barulho, gente conversando, andando e atrapalhando o desenvolvimento da apresentação. No entanto quando o espetáculo é bom, à maioria se concentra e presta atenção. Também não tomemos esse exemplo (peça) insinuando que o público (aluno) não deva participar do roteiro central. Ao contrário o “público/aluno” nessa apresentação é totalmente interativo, real, presente e que cobrará de você professor o melhor desempenho e atuação. Talvez essa seja uma formar de interagir e dialogar com os alunos que falam uma linguagem diferente da nossa. Não é colocar a culpa do baixo desempenho dos alunos nos professores. E sim fazer dos alunos atores do seu próprio conhecimento com a direção do grande mestre: o professor.

Outra tendência comum dos professores sobre a inspiração é o de pensar que com o passar dos anos como professores devemos nos preparar menos. Que produziremos da mesma forma. Esse é um engano educacional.

Alguns podem dizer que isso é utopia! Talvez seja. Confesso que não é fácil. No entanto penso assim por acreditar na educação. Como muitos professores acreditam!